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	<title>Synthorchestra</title>
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	<description>Coletivo de cultura digital. Entrevistas, notícias e mobilizações</description>
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		<title>Este lado do hacktivismo</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 05:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>synthorchestra</dc:creator>
				<category><![CDATA[especiais]]></category>
		<category><![CDATA[latest]]></category>

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		<description><![CDATA[Falamos com um hackerspace paulistano para saber mais sobre a ação hacker e sua ética (tá, e para descobrir como alguns caras simplesmente invadem o e-mail da Dilma Rousseff)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tidos como terroristas pela OTAN, eles invadem a página do Pentágono, o e-mail da presidente e até vazam fotos de celebridades (você viu a Scarlet Johansson por aí?). Entre tanto disse-que-disse, o synthorchestra conversou com um clube hacker paulistano, o Garoa, para saber: afinal, o que acontece neste lado rede?</strong></p>
<p><strong>Frederico Antonelli<br />
Monique Oliveira<br />
synthorchestra.org</strong></p>
<p>Sim. Eles estão entre nós, anônimos ou escancarados, idolatrados ou execrados, com gente bem ou mal intencionada. Mas viraram alvo de demonizações. Tudo bem. A invasão do site Bolsa de Nova York (ação do Anonymous), o vazamento das fotos de Scarlet Johansson ou os últimos ataques a sites do governo são notícias que, do modo como são tratadas, competem bem com o sangue esse que a imprensa-urubu tanto gosta. Dessa leva, no entanto, faz-se necessário separar ativismo de crime.</p>
<p>Em 2001, éramos seis milhões de internautas no Brasil; dez anos depois, somamos 80 milhões. Com esse montante, nem de longe dá para bancar que os hackers são poucos iluminados gênios à serviço do demônio. &#8220;Eu sou escritora, redatora, na faixa dos 30 anos&#8221;, disse Farfalla, italiana membro do Lulzselc ao jornalista Renato Rouai em entrevista à <em>Forum</em>.</p>
<p>O <strong><a href="http://synthorchestra.org">synthorchestra</a>, </strong>então, bateu um papo com membros do <a title="http://garoa.net.br/wiki/P%C3%A1gina_principal" href="http://garoa.net.br/wiki/P%C3%A1gina_principal" target="_blank">garoa hacker clube</a>, hackerspace que habita o porão da <a title="http://www.casadaculturadigital.com.br/" href="http://www.casadaculturadigital.com.br/" target="_blank">Casa de Cultura Digital</a> em São Paulo, para descortinar uma atividade que não, não camufla uma virtualidade diabólica em meio a símbolos, linguagens e emaranhados de circuitos. Pelo contrário: o hacktivismo, por definição é conhecimento aplicado. Aqui, o que saiu de lá: um glossário necessário da desmistificação.</p>
<div>
<p><strong><br />
<h2>#o garoa</h2>
<p></strong></p>
<div>
<p><a href="http://synthorchestra.org/wp-content/uploads/2011/10/garoa.jpg"><img class="size-full wp-image-6621896052 " title="fredericoantonelli/synthorchestra.org" src="http://synthorchestra.org/wp-content/uploads/2011/10/garoa.jpg" alt="fredericoantonelli/synthorchestra.org" width="682" height="511" /></a>É um clube formado por entusiastas da tecnologia que se instalam ali para tocar projetos em eletrônica, robótica, biologia, artes&#8230; e por aí vai. Nada de planos diabólicos. O espaço está lá tocar qualquer tipo de iniciativa &#8211;e contar com o apoio e a infraestrutura para isso. Em nossa visita, assistimos à aula &#8220;Eletrônica com Carinho&#8221;. Tá. Pouco entendemos de seu conteúdo, mas deu para sacar o approach: diversão -cervejinha no sábado à tarde para embalar circuitos- e clima descontraído para encarar objetos sisudos.</p>
<p><strong>Ouça conversa: &#8220;Garoando @ Casa de Cultura Digital &#8211; Garoa Hacker Club&#8221;</strong></p>
<span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://s.wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://s.wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fsynthorchestra.org%2Fgaroaedit.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /><param name='wmode' value='opaque' /></object></p></span>
<h2><strong>#o hacktivismo*</strong></h2>
<div id="attachment_6621896055" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://synthorchestra.org/wp-content/uploads/2011/10/hacker_dilma_29.jpg"><img class="size-full wp-image-6621896055" title="hacker_dilma_29" src="http://synthorchestra.org/wp-content/uploads/2011/10/hacker_dilma_29.jpg" alt="" width="550" height="391" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: humorpolitico.com.br</p></div>
<p><strong><br />
<h2>#hackers</h2>
<p></strong></p>
<div><strong>Garoa:</strong>Eles simplesmente são capazes de fazer um sistema funcionar de forma diferente para o qual ele foi projetado. O primeiro hacker veio antes dos computadores modernos. Foi John Draper que,  a partir de um apito de plástico descoberto em caixas de cereais -que, por acaso, tinha a mesma frequência da rede telefônica- conseguiu fazer várias chamadas de longa distância sem pagar nada. Mas o cara não é hacker porque fez uso impróprio da sua descoberta, mas porque simplesmente descobriu como fazer. Steve Wosniak, o designer do Apple II, é um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=bl_1OybdteY">hacker </a>conhecido.</div>
<h2><strong>#ataques</strong></h2>
<p><strong>Garoa:</strong> O mais comum nesses ataques é que eles são orquestrados por meio do uso de engenharia social -que é alguém com uma boa lábia conseguir que outra pessoa lhe passe informações, não necessariamente confidenciais. Acredite: isso não é complicado.</p>
<p>Há poucas pessoas -umas 10, 20 no mundo todo- que têm conhecimento intrínseco de um determinado sistema, incluindo suas falhas. Mas pessoas com um bom conhecimento de programação podem explorar essas falhas, os chamados bugs. É algo como um advogado que explora brechas na lei. Nos ataques, essas brechas são os bugs.</p>
<p>Esses caras se utilizam de sorte e um pouco de intuição -às vezes, dá pra inferir qual parte do código tende ser mais frágil. Achado o bug, a pessoa tem de agir rápido para que outros não encontrem o mesmo bug e o corrijam. Mas aí entra a ética hacker &#8211; termo atribuído ao jornalista Steven Levy (autor do recente &#8220;In The Plex &#8211; How Google Thinks, Works, and Shapes&#8221;) e seu livro lançado em 1984 &#8220;Hackers: Heroes of the Computer Revolution&#8221;- segundo ela, toda informação deve ser livre, deve-se desconfiar da autoridade e promover a descentralização. Portanto, um hacker de verdade, deve em vez de usar um bug para benefício próprio, divulgar o erro e ajudar a solucioná-lo.</p>
<p>Há um outro lado, que é da maioria com quase nenhum &#8211; ou até mesmo nenhum &#8211; conhecimento de programação. Eles simplesmente baixam um programa com um código pronto, muitas vezes mal feito ou feito em uma linguagem que não é a melhor para este tipo de ação &#8211; como é o caso desses spams rotineiros &#8220;Aumente seu pênis&#8221;, &#8220;veja fotos proibidas da Xuxa&#8221; ou &#8220;Baixe as fotos da noite de ontem&#8221; &#8211; e utilizam esse programa. Não há nada de hacker nisso. O cara que envia o email normalmente tem o mesmo conhecimento de programação de quem clica.</p>
<h2><strong>#invasão do email da Dilma</strong></h2>
</div>
<div>
<p><strong>Garoa:</strong> O email da Dilma Rousseff era do UOl. Basta ligar para o serviço de atendimento ao consumidor, informar o seu CPF (que no caso de uma figura pública, não é difícil de conseguir), o endereço e pronto. O Uol redefine a sua senha para uma senha padrão que é igual para todo mundo. Se você tentar utilizar essa senha em vários emails aleatórios do UOL, conseguirá em um número significativo de vezes invadir a conta do usuário, pois muito deles nunca mudam.</p>
<p>Isso é mera engenharia social. A pessoa pode ter a porta mais segura que existe, impossível de arrombar. Mas se alguém, a deixa aberta,  o estrago está feito. É nesse ponto que age a engenharia social: em falhas humanas.</p>
<h2><strong>#o roubo de dados da Sony</strong></h2>
<p>(A Sony decidiu reverter Playstation 3 já desbloqueados para suas configurações originais quando eles chegavam na assistência técnica ou quando updates eram feitos. E mais: a empresa foi atrás daqueles que, declaradamente, relataram terem desbloqueado o seu.  Resultado: 60 mil dados de usuários da plataforma online da Sony foram roubados).</p>
<p><center><iframe src="http://www.youtube.com/embed/2Tm7UKo4IBc" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe>></center></p>
<p><strong>Garoa:</strong> A Sony até agora não foi transparente. Não disse o que realmente aconteceu e, convenhamos, provavelmente não dirá. O mais provável é a combinação de uma rede frágil com engenharia social. Porque a outra hipótese, de alguém ter achado um bug no site da empresa é improvável. Se isto tivesse acontecido a sony provavelmente teria divulgado.</p>
<p>Os ataques  foram declaradamente protestos. Ela ameaçou processar quem publicasse o código de desbloqueio. Alguém, muito oportunamente enviou esse código (uma sequencia de 32 dígitos) para uma conta oficial da empresa que acabou respondendo e, consequentemente, repassando adiante o código. A Sony já chegou a instalar root kits &#8211; programas com acesso total ao computador &#8211; que monitorava os usuários além de prejudicar o desempenho da máquina.</p>
<h2><strong>#jailbrake</strong></h2>
<p>(Um exemplo de jailbrake é quando usuários de IPad, Iphone, Ipod Touch rodam qualquer tipo de código em seus aparelhos. E ainda são capazes de baixar muitos aplicativos anteriormente indisponíveis pela App Store e fazer atualizações de aplicativos baixados ou comprados pela App Store Oficial da Apple/ da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jailbreak_(iPhone_OS)" target="_blank">Wikipedia</a>)</p>
<p><strong>Garoa:</strong> A apple nunca processou ninguém por jailbrake &#8211; porque sabe o que estão fazendo. Já a Sony&#8230;</p>
<h2><strong>#a lei Azeredo</strong></h2>
<p>(Projeto de lei que pretende criminalizar atividades cotidianas, como o compartilhamento de músicas)</p>
<p><strong>Garoa:</strong> Essa lei pode ser aprovada porque as pessoas veêm a internet como um mundo a parte.  Elas pessoas não entendem como funcionam as coisas das quais elas dependem. Não é porque elas não têm o domínio completo, mas elas não são capazes de pensar sobre aquilo. Ninguém precisa ser escritor para saber interpretar um texto com uma visão crítica. Passam a ideia de que o computador é de fácil manuseio, que seu filho de seis anos pode manuseá-lo com tranquilidade. E isso é ruim, pois se você vai colocar sua vida nesse equipamento. Você precisa saber como ele funciona</p>
<h2><strong>#música e download</strong></h2>
<p><strong>Garoa:</strong> A questão não é o download, é o controle. Não é uma perda de dinheiro somente. É uma perda de poder. Importante frisar que copiar não é roubo. Roubo é quando eu pego uma algo sua e você fica sem. Então, não dá para se basear nisso para uma proibição. As pessoas copiam entre si. Ponto. Quem sai de cena é a gravadora. Antes, ela distribuía e tinha o controle. Mas o peer-to-peer quebra essa cadeia. Na indústria cinematográfica, é mesma coisa.</p>
<p><center><iframe src="http://www.youtube.com/embed/nc8KQDG5ZLo" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></center></p>
<p>*(O Garoa nos deu um olhar sobre os principais ataques orquestrados por algumas organizações recentemente. Porque conhecem a linguagem por meio da qual esses movimentos atuam. Não têm, no entanto, qualquer ligação com esses movimentos)</p>
</div>
</div>
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		<title>Uma definição de hacker em seis minutos</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 04:55:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>synthorchestra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na Casa de Cultura Digital, em São Paulo, uma garoa nada fina com o "Garoa" para quem ainda acredita que ser hacker é ser do "mau". Confira o áudio da conversa:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na Casa de Cultura Digital, em São Paulo, uma garoa nada fina com o &#8220;Garoa&#8221; para quem ainda acredita que ser hacker é ser do &#8220;mau&#8221;. Confira o áudio da conversa:</p>
<p><a href="http://synthorchestra.org/wp-content/uploads/2011/10/garoa_icone.jpg"><img src="http://synthorchestra.org/wp-content/uploads/2011/10/garoa_icone.jpg" alt="" title="garoa_icone" width="620" height="370" class="aligncenter size-full wp-image-6621896116" /></a></p>
<span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://s.wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://s.wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fwww.synthorchestra.org%2Faudio%2Fgaroaedit.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /><param name='wmode' value='opaque' /></object></p></span>
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		<title>Como salvar a internet brasileira</title>
		<link>http://synthorchestra.org/2011/08/seis-dias-para-ajudar-a-salvar-a-internet-no-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=seis-dias-para-ajudar-a-salvar-a-internet-no-brasil</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 21:27:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>synthorchestra</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[news]]></category>

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		<description><![CDATA[Envie uma mensagem às lideranças do País e ajude a barrar projeto de lei que pretende criminalizar atividades cotidianas, como o compartilhamento de músicas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso vai votar projeto de lei que pretende criminalizar atividades cotidianas, como o compartilhamento de músicas.</p>
<p>De autoria do deputado Azeredo, ela supostamente teria o objetivo de nos proteger contra fraudadores e hackers –o parlamentar aproveitou a onda dos recentes ataques à páginas do governo brasileiro.</p>
<p>Mas, como alguém que faz uma cirurgia com uma motosserra, as normas excessivamente cautelosas impostas da lei trariam altíssimos custos sem de fato cumprir seu objetivo.</p>
<p>Então, avante! <strong>Envie uma mensagem às lideranças das comissões de Constituição e Justiça, Ciência e Tecnologia e Segurança Pública e divulgue a campanha do Avaaz.</strong></p>
<p><a href="http://www.avaaz.org/po/save_brazils_internet/?cl=1199869704&amp;v=9819" target="_blank">http://www.avaaz.org/po/save_brazils_internet/?vl</a></p>
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		<title>A democracia lisérgica</title>
		<link>http://synthorchestra.org/2011/08/lossuperdemokratico/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lossuperdemokratico</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 06:52:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>synthorchestra</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça o revolucionário "Los SuperDemokraticos", grupo político alemão que criou um novo conceito de democracia baseado na geração 2.0 e em experiências com o LSD]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como o grupo alemão &#8220;Los SuperDemokraticos&#8221;, que tem como sigla o LSD, está propondo um novo conceito de democracia baseado na geração 2.0 e em experiências com o uso de ácido. Sim, o psicotrópico.</p>
<p><strong>Marcos B. Oliveira, aka discognate<br />
Colaboração para o synthorchestra.org de Berlim</strong></p>
<div id="attachment_6621895999" class="wp-caption alignleft" style="width: 650px"><a href="http://synthorchestra.org/wp-content/uploads/2011/08/pappetherapie1.jpg"><img class="size-full wp-image-6621895999" title="pappetherapie" src="http://synthorchestra.org/wp-content/uploads/2011/08/pappetherapie1.jpg" alt="" width="640" height="536" /></a><p class="wp-caption-text">créditos: epidemedia.com</p></div>
<p>Patrocinado pela Ministério do Interior da Alemanha , o coletivo LSD, sigla pra Los SuperDemokraticos, é um grupo político alemão que pretende esclarecer as consequencias do mundo superglobalizado. Nela teríamos o advento de um pós-individualismo, em que devaneios individuais viram reflexões coletivas quando jogados no ciberspaço.</p>
<p>Aliado a essa tentativa de reunificação ideológica, o grupo propõe que a digitização da cultura tem efeitos semelhantes ao da experiência psicodélica:</p>
<p>“Somos parte do movimento que defende a mudança positiva da sociedade por efeito da expansão do consciente provocada pelo uso do LSD” declara Nikola, respaldada pela contracultura dos anos 60 e os testes da Cia com psicoativos na Guerra Fria. Sim. Tudo muito óbvio e desgastado ao primeiro aspecto. A declaração, no entanto, implica um esforço mais analítico que radical.</p>
<p><strong>Zerando espaço e tempo</strong></p>
<p>Assim como a experiência com o LSD, essas manifestações virtuais tem como pano de fundo a perda da noção espaço-temporal. Essa premissa, o Cronotopo Cero, é o que faz o diálogo horizontal possível, uma vez que o mundo online nos coloca em uma zona livre de fronteiras, horários e outras fatalidades. Portanto, assim como a droga, a nossa convivência virtual tende a anular percepções de hora e de lugar e de diferenças &#8211; formando, assim, uma superdemocracia.</p>
<p>Cada internauta tem um potencial revolucionário. O que vale é a opinião livre de territórios e efemeridades. Aqui, persuadir, ouvir, aderir e compartilhar fazem parte da negociação superdemocrática; a que vem exaltar a utopia subjetiva de cada um de nós, cidadãos digitais.</p>
<p>O coletivo é um embrião. Aberto a outras iniciativas, é um lugar em boas ideias são acolhidas e ganham força. É uma troca intelectual de escritores e artistas a fim de debater as consequências do mundo superglobalizado. As manifestações individuais virtuais compensariam, assim, o enfraquecimento das utopias coletivas &#8211; afinal, onde estão Karl Marx, Engels, Sartre, Marcuse?</p>
<p>“Tudo o que acreditamos tem como propósito a emancipação do amor, a desnacionalização do indivíduo e a aplicação de decisões populares globais” explicam Rery Maldonado e Nikola Richter,  criadores do projeto, que também dividiam o mesmo microfone no festival 48 Hours Neukölln em Berlim.</p>
<p><span class="Apple-style-span" style="font-weight: 800;">Práxis</span></p>
<p>- Acontecimento é documentado por todos e a toda hora, fato é multilinear, a importância da classificação cronológica perde o sentido;</p>
<p>- O interesse por diretivas passa a ser transnacional. A unificação gradual de tecnologia, moeda, costumes dá a forma a um sintetismo portátil, um mundo insituável.</p>
<p>LSD é um partido literário, um website, um livro publicado, uma galeria de ilustrações, uma performance musical, uma palestra, um grito de guerra. LSD é uma substancia que potencializa o intelecto: <a href="http://www.superdemokraticos.com" target="_blank">www.superdemokraticos.com</a>.</p>
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		</item>
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		<title>Você já está no Google Plus?</title>
		<link>http://synthorchestra.org/2011/07/voce-foi-convidado-para-o-google-plus/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=voce-foi-convidado-para-o-google-plus</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 13:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>synthorchestra</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[news]]></category>

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		<description><![CDATA[Se não, vá atrás do seu convite. Se sim, confira três funcionalidades que não dá para deixar de saber sobre a nova rede social de Google, o todo poderoso
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se não, vá atrás do seu convite. Se sim, confira três funcionalidades que não dá para deixar de saber sobre a nova rede social de Google, o todo poderoso</p>
<p>- <strong>Confie nos círculos.</strong> Uma grande sacada do Google Plus é a divisão dos contatos em grupos: família, trabalho, etc. Mas não é aí que está o diferencial. Ao atualizar seu status, é possível escolher qual círculo poderá vê-lo. É o fim da autocensura na hora de escrever. Essa divisão, então, será essencial para a sua privacidade.<br />
- <strong>Tá tudo fechado. </strong>Vá lá nas configurações e perca um tempo definindo o que vai aparecer na busca, quem vai poder ver o quê, do contrário, como o Google fechou tudo, muita gente não vai ver o que você diz.<br />
- <strong>Integração.</strong> Ao postar um documento, ele vai parar no GDocs. Ao postar uma foto, ela vai parar no Picasa. Também uma toolbar preta vai aparecer no topo do seu browser quando você estiver no gmail te avisando das notificações da rede.</p>
<p>Outra coisa que você verá muito são gifs antifacebook como esse:<br />
<a href="http://synthorchestra.org/wp-content/uploads/2011/07/googleEatsFb.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-6621895905" title="googleEatsFb" src="http://synthorchestra.org/wp-content/uploads/2011/07/googleEatsFb.gif" alt="" width="229" height="300" /></a></p>
<p>PS: Lembre-se que, como no Facebook, todo cuidado com dados é pouco. Também não deixe de adicionar o <a title="synthorchestra" href="https://plus.google.com/101817477279050216082/posts" target="_blank">synthrochestra</a> na rede. E por que não no <a href="http://www.facebook.com/synthorchestra" target="_blank">Facebook</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Bitcoin: A moeda digital que você vai usar</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 19:35:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>synthorchestra</dc:creator>
				<category><![CDATA[especiais]]></category>
		<category><![CDATA[geral]]></category>

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		<description><![CDATA[<h3>Já no mercado brasileiro, ela é a primeira criptomoeda livre de taxas e de bancos, vale R$ 25 e ainda tem a segurança da validação p2p</h3>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Ainda um experimento que pode assustar muita gente e muitos governos, o Bitcoin já está no Brasil como uma alternativa a sistemas financeiros controlados e promete um mundo sem taxas e sem intermediários</em></strong></p>
<p>Monique Oliveira<br />
Frederico Antonelli<br />
synthorchestra.org</p>
<p>Ela está por trás de 459 das transações financeiras feitas por hora na internet, possui usuários com o equivalente a US$ 6 milhões e roubos históricos já foram registrados. É o Bitcoin, um tipo de &#8220;moeda&#8221;<br />
digital, sem emissor centralizado e sem taxas entre transações.</p>
<p><a href="http://synthorchestra.org/wp-content/uploads/2011/07/Bitcoin-Peer-To-Peer-Virtual-Currency-e1312840373722.jpg"><img class="size-full wp-image-6621895795 alignnone" title="Bitcoin-Peer-To-Peer-Virtual-Currency" src="http://synthorchestra.org/wp-content/uploads/2011/07/Bitcoin-Peer-To-Peer-Virtual-Currency-e1312840628411.jpg" alt="" width="378" height="337" /></a></p>
<div style="font-size: 10px;">Crédito: <a href="http://www.flickr.com/photos/ishinelike/" target="_blank">~lauren</a></div>
<p>O Bitcoin é uma moeda como qualquer outra, já que também é um ativo que pode ser usado para comprar bens e serviços, mas não é reconhecida pelo sistema financeiro e não pode dar uma medida para o patrimônio de ninguém. Na prática, a moeda vai facilitar o escambo e ser um meio de troca entre uma comunidade disposta a aceitá-la como meio de pagamento. &#8220;Quem vai definir o valor dela é quem compra&#8221;, explica ao <strong>synthorchestra.org</strong> Leandro César, organizador da estreia do BitCoin no Brasil.</p>
<div style="font-size: 10px;"><a href="http://synthorchestra.org/wp-content/uploads/2011/07/bitcoin.png"><img class="alignnone size-full wp-image-6621895783" title="bitcoin" src="http://synthorchestra.org/wp-content/uploads/2011/07/bitcoin.png" alt="" width="544" height="341" /></a></div>
<div style="font-size: 10px;">Volátil: A variação do preço do BitCoins em apenas um dia &#8211; 07/06/2011 &#8211; Fonte: <a href="http://1000fountains.wordpress.com/2011/06/07/bitcoin-currency-of-the-future/" target="_blank">1000fountains</a></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ideia do Bitcoin é que ela circula, sem o registro de um servidor central, por uma rede ponto-a-ponto, a p2p, que usa os computadores dos usuários para o processamento das informações.  &#8221;Feitas como meio de trocas por pessoas, ela é viável na economia&#8221;, defende Leonardo Faccini, professor de economia do IBMEC-RJ. Com o compartilhamento da rede, não há intermediários, não há taxas. Mas a euforia já teve seus percalços, sofreu flutuações extremas e já foi relatado ataques virais a carteiras de usuários.</p>
<p>Apesar dos abalos à moeda, o sistema utilizado para negociá-la é seguro, sem brechas, já que é muito difícil falsificar uma informação que é validada por vários computadores na rede. Os ataques ocorreram, na verdade, fora dele, por meio de invasão da máquina de usuário por e-mail, malware -como acontece comumente com o roubo de qualquer dado hoje.<br />
<iframe src="http://www.visualizing.org/embedded/28761" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" width="620" height="450"></iframe></p>
<div style="font-size: 9px;">As vantagens e as desvantagens da moeda. Sua evolução e seus problemas (em inglês).</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;O Bitcoin não é perfeito. Seus criadores são matemáticos por natureza, nenhum deles é economista&#8221;, afirma Leandro César. Com isso, tudo indica que é um sistema monetário que, inevitavelmente passará por modificações como assim o foram com o nascimento de qualquer moeda. Já conhecemos o sal, o tabaco, o ouro e a prata, o papel-moeda com lastro no ouro e o papel-moeda que tem o dólar como referência e com lastro na esperança de que ninguém queira lastro.</p>
<p>Embora pareça estar restrita a um grupo de crédulos geeks, o Bitcoin já teve uma supervalorização influenciada por um fator externo: um senador americano, ao saber de relatos que o Bitcoin estaria sendo usado como moeda para a venda de drogas ilegais na rede, pediu intervenção e fechamento da organização. A notícia, por incrível que pareça, deu mais credibilidade à moeda, que viu seu valor saltar de US$ 7 para US$ 30.</p>
<p><strong>Problemas inevitáveis</strong></p>
<p>Há o risco de deflação, aumento do preço da moeda,  gerada pelo limite da existência de 21 milhões de Bitcoins. Perto desse valor, não haverá mais emissão. Os Bitcoins, então, ficarão escassos, e supervalorizados. Há quem estime que o valor possa ultrapassar um milhão de dólares, mas esta deflação programada pode desestimular novos adeptos, estagnando o Bitcoin. É esperar para ver.</p>
<p>Também podem haver conflitos com governos na medida em que os Bitcoins começarem a ameaçar a economia normal. &#8220;A moeda pode abrir uma concorrência desleal com outros produtos sujeitos a impostos&#8221;, explica o economista. &#8220;E, caso seja aceita em larga escala por pessoas jurídicas, não vai poder ficar isenta da política fiscal do governo&#8221;, completa.</p>
<p><strong>O manifesto oficial do BitCoin</strong><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/Um63OQz3bjo" frameborder="0" width="560" height="349"></iframe></p>
<p><strong>De onde vem os Bitcoins</strong></p>
<p>É aqui que a coisa começa a complicar. Apesar do processo básico de compra e venda &#8211; hoje já é possível comprar música e até roupas com o Bitcoin, as moedas digitais só são criadas através de um processo batizado de &#8220;mineração&#8221;. A ideia é que, em troca de máquinas ligadas para a realização das transações, uma pessoa possa obter Bitcoins. O processo é lento e um supercomputador é necessário.</p>
<p>Mas há meios de encurtar este processo . O mais utilizado é ingressar em um &#8220;Pool&#8221;. Neles, a mineração é dividida entre os usuários e os Bitcoins resultantes do processo são repartidos proporcionalmente para quem colaborou.</p>
<p>Existem registros do uso de botnets &#8211; um tipo de script que usa o processamento de uma máquina para realizar tarefas alheias a ela. Ao entrar em um site com um botnet, o usuário, então, gerava, sem saber Bitcoins para o dono da página. Os scripts, no entanto, são facilmente bloqueados pelo navegador. Também o algorítimo do Google -que faz o ranking das páginas na busca- lhes é pouco simpático.</p>
<p><strong>Quanto vale</strong></p>
<p>Criada em 2009 por um programador japonês, Satoshi Nakamoto; hoje, um Bitcoin vale 13 dólares; R$ 25 no Brasil. Estimasse que há entre 6 e 8 milhões de BitCoins no mundo. Dá para converter o BitCoin em reais no<a href="http://mercadobitcoin.com.br">mercadobitcoin.com.br</a></p>
<p><strong>Segurança</strong></p>
<p>Foi descoberto em junho o primeiro vírus que rouba carteiras digitais. Houve o caso de um australiano que teve suas 25 mil moedas roubadas de uma máquina. E o mais alarmante deles: a invasão do banco de dados do MtGox, maior site de câmbio de Bitcoins. Lá, o invasor conseguiu senhas e informações de usuários de Bitcoins que poderiam ser usados para roubos de carteiras. Para o idealizador no Brasil,  no entanto, as ações não vão abalar a credibilidade da moeda. &#8220;Onde tem dinheiro, tem ladrão&#8221;, diz.</p>
<p><strong>Como começar</strong></p>
<p>Faça o <a href="http://www.bitcoin.org/">download</a> oficial do cliente do Bitcoin. O programa vai automaticamente criar uma carteira para dar início às transações para que você seja capaz de receber Bitcoins. Agora, para obter moedas sem a venda de produtos com Bitcoin, muna sua máquina e aprenda a minerar.</p>
<p><strong>Mais</strong><br />
&gt;&gt;<a href="http://www.bitcoinbrasil.com.br" target="_blank">http://www.bitcoinbrasil.com.br</a><br />
&gt;&gt;<a href="http://www.bitcoing.org " target="_blank">http://www.bitcoing.org</a><br />
&gt;&gt;<a href="http://www.bitcoing.org " target="_blank">http://weusecoins.com</a><br />
&gt;&gt;<a href="http://www.mercadobitcoin.com.br" target="_blank">http://www.mercadobitcoin.com.br</a></p>
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		<title>É, parece que gostaram da morte da Amy Winehouse</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jul 2011 19:27:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>synthorchestra</dc:creator>
				<category><![CDATA[especiais]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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		<description><![CDATA["No, no, no". Ela se foi.  Confira um vídeo com as manchetes sobre a morte da musa do soul que supreenderam, sim, o mundo. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um vídeo e um manifesto contra o discurso macabro que rondou a cobertura sobre a morte de Amy Winehouse.</p>
<p><strong>synthorchestra.org</strong></p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/26942718?portrait=0&amp;loop=1" width="600" height="409" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>A era eletrônica em 1968 #centenárioMcLuhan</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jul 2011 08:28:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>synthorchestra</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[news]]></category>

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		<description><![CDATA[Marshall McLuhan foi o homem que apresentou ao mundo a ideia que a mídia não é apenas um veículo para a mensagem. Ela é a mensagem]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="200" height="180" src="http://www.youtube.com/embed/HeDnPP6ntic" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
<p>
Marshall McLuhan foi o homem que apresentou ao mundo a ideia que a mídia não é apenas um veículo para a mensagem. Ela é a mensagem. Nenhuma edição mal intencionada, desde então, passaria incólume aos mais atentos.  Assista ao <a href="http://www.youtube.com/watch?v=HeDnPP6ntic&amp;feature=player_embedded"> vídeo</a> em que  ele prevê  a criação de uma aldeia global  com  &#8221;novos&#8221; homens, menos individualistas, produto de uma era eletrônica por natureza coletiva.</p>
<p>(outro <a href="http://video.google.com/videoplay?docid=5470443898801103219#" target="_blank">achado </a>. McLuhan e Norman Mailer em debate de 1968.)</p>
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		<title>Internet rápida? Só no download</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 18:57:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>synthorchestra</dc:creator>
				<category><![CDATA[latest]]></category>
		<category><![CDATA[news]]></category>

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		<description><![CDATA[Esqueça o upload. Ao enviar dados à rede, sua velocidade será de 128 kbps]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governo fez um acordo com as teles (Oi, Telefônica e cia). Elas, para continuar explorando o mercado, terão que oferecer 1 megabit a R$ 35; e até 2014, 5 megabits. Bom demais? É.  Nas entrelinhas, há sustos como esse: <strong>a velocidade de upload vai ter limite de 128 kbps -duas vezes a conexão de internet discada</strong>. Tudo muito bem, tudo muito bom até o usuário tentar colocar um vídeo no YouTube. Pegadinha. #<a href="http://twitter.com/#!/search/%23minhainternetcaiu" target="_blank">minhainternetcaiu</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como Darwin ajudou a criar os anúncios direcionados</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 14:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[news]]></category>

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		<description><![CDATA[Como se dá a atuação do algorítimo genético, que age por seleção]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes, vale passar dois minutinhos tentando entender o que é um algorítimo genético. Ele se baseia na evolução e  na seleção natural para conceber mecanismos sob os critérios de organismos vivos -mais flexíveis e capazes de mudar a “receita” para o qual foram previamente criados.  Dá para dizer que eles aprendem com a experiência, com os erros do passado.</p>
<p>Um algorítimo parte de um “passo-a-passo” para a realização de tarefas, que não são apenas sequenciais. Elas envolvem decisões lógicas, comparações. Por exemplo, se a ideia é deixar um computador sempre ligado, podemos partir do seguinte fluxograma para a definição de um algorítimo.</p>
<blockquote><p>- Computador não ligado</p>
<p>Solução 1: Plugado na tomada? Se não, plugar.</p>
<p>Se sim, próxima etapa.</p>
<p>Solução 2: Bateria descarregada? Sim. Trocar bateria.</p>
<p>Se não, trocar computador.</p></blockquote>
<p>O algorítimo tenta solucionar o problema, tendo em vista critérios supostos para sua resolução. Agora, a grande sacada do algorítimo genético é a memória de seleção. Para que, se usado mais de uma vez, ele possa guardar possíveis soluções, aprimorando seu mecanismo. Selecionando e recombinando resultados.</p>
<p>Em uma busca, por exemplo, ele guarda os itens já buscados, melhorando a apresentação de soluções para uma próxima busca. Por aí, dá pra ver que os anúncios direcionados, portanto, não são milagres de deus Google.</p>
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