Conheça o revolucionário “Los SuperDemokraticos”, grupo político alemão que criou um novo conceito de democracia baseado na geração 2.0 e em experiências com o LSD
O Congresso vai votar projeto de lei que pretende criminalizar atividades cotidianas, como o compartilhamento de músicas.
De autoria do deputado Azeredo, ela supostamente teria o objetivo de nos proteger contra fraudadores e hackers –o parlamentar aproveitou a onda dos recentes ataques à páginas do governo brasileiro.
Mas, como alguém que faz uma cirurgia com uma motosserra, as normas excessivamente cautelosas impostas da lei trariam altíssimos custos sem de fato cumprir seu objetivo.
Então, avante! Envie uma mensagem às lideranças das comissões de Constituição e Justiça, Ciência e Tecnologia e Segurança Pública e divulgue a campanha do Avaaz.
Se não, vá atrás do seu convite. Se sim, confira três funcionalidades que não dá para deixar de saber sobre a nova rede social de Google, o todo poderoso
- Confie nos círculos. Uma grande sacada do Google Plus é a divisão dos contatos em grupos: família, trabalho, etc. Mas não é aí que está o diferencial. Ao atualizar seu status, é possível escolher qual círculo poderá vê-lo. É o fim da autocensura na hora de escrever. Essa divisão, então, será essencial para a sua privacidade.
- Tá tudo fechado. Vá lá nas configurações e perca um tempo definindo o que vai aparecer na busca, quem vai poder ver o quê, do contrário, como o Google fechou tudo, muita gente não vai ver o que você diz.
- Integração. Ao postar um documento, ele vai parar no GDocs. Ao postar uma foto, ela vai parar no Picasa. Também uma toolbar preta vai aparecer no topo do seu browser quando você estiver no gmail te avisando das notificações da rede.
Outra coisa que você verá muito são gifs antifacebook como esse:

PS: Lembre-se que, como no Facebook, todo cuidado com dados é pouco. Também não deixe de adicionar o synthrochestra na rede. E por que não no Facebook.